Chaves & Chapolin

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tetho:
chaves se fosse criado por um japonês:


HISTÓRIA:
Chaves surgiu no ano de 1970 antes de Cristo. Desde aquela época, o órfão ja fazia a maldição alegria da garotada em pleno clima de Segunda Guerra Mundial. Nessa época a televisão mal era comum no mundo, somente após o seriado que passou a ser comercializada para os lares domésticos. Nessa época, nem existiam emissoras de televisão no mundo, a Tv era usada apenas por uso exclusivo militar. Chaves foi o primeiro seriado exibido e inaugurou a primeira emissora no mundo, chamada TV1. Que mais tarde iria se juntar com outra e etc... Nessa época, Ramón, o Seu Madruga, era ator antes de se tornar ditador no México por tamanha influência que recebeu.


Personagem/título da novela que mais repete em todo o planeta Chaves do Oito, é morador antigo da Vila. Nasceu em um barril por geração espontânea como algumas espécies de fungo, daí a explicação de sua capacidade mental primitiva. Nasceu em 1888, nessa época, o México até então chamado de Costa Americana era colonizada por Mafagafos espanhóis. Era conhecido na região como "El Chavo" ou antes chamado de "El Chavo del 1888" pela data de sua primeira aparição.
Chaves, por não ter mãe o pai, ele virou um trombadinha, vagando a esmo nas ruas pedindo esmola e se prostituindo viciando em cocruda (uma droga de origem mexicana que reduz a capacidade mental do usuário, extraída o talo da papoula, sendo prima do ópio). Então o ingênio Chaves, de tanto se meter em confusão, fugiu da polícia montada mexicana (que na época eram os bandeirantes) e foi viver no primeiro cortiço, fungindo das autoridades, se escondendo no seu casulo original barril.
Depois de exaustivas caças da Interpol, da ACME, e, mais recentemente do BOPE, a sua gangue de meninos de rua foi desmantelada e eventualmente desfeita. Chaves, todavia, não se abateu.
Hoje é presidente, manda-chuva maior e todo-poderoso da República das Bananas e é considerado o maior cabeça dura do universo por levar mais de 10.000(contando) Madruga's Crush-A-Head's Obliteraition e ainda estar vivo (ou pelo menos ter sobrevivido a eles). Keys, como é conhecido pelos norte-americanos, ameaça o mundo livre com suas travessuras. Fontes da Agência Haitiana de Inteligência indicam que Chaves está enriquecendo petróleo, no desejo de construir a primeira bomba atômica de gasolina do planeta dos macacos.
Alguns estudiosos de sua histórias, com medo de serem confundidos com seus adoradores, o chamam de Cente pois há pequenos indicios de que seu nome seja Vicente, mas nada está confirmado.


vejam a charge, e q n consegui colocar no forum então vai o link kk' ;P

http://images.uncyc.org/pt/thumb/9/90/Prefiro-morrer-do-que-perder-a-vida.jpg/180px-Prefiro-morrer-do-que-perder-a-vida.jpg

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Chiquinha




La Chilindrina (Chiquinha, no Brasil) é uma personagem interpretada pela atriz mexicana María Antonieta de las Nieves no seriado El Chavo del Ocho (Chaves, no Brasil) e a protagonista da série Aquí está la Chilindrina. Criada pelo ator, escritor e diretor Roberto Gomez Bolaños, a menina é filha de Seu Madruga (Ramón Valdés).

Sua mãe morreu após o parto, fazendo com que ela vivesse apenas com o pai, Seu Madruga.
É uma garota de oito ou nove anos de idade, travessa, baixinha, cheia de sardas, esperta e muito astuta, porém, sem muita capacidade intelectual para a escola e quase se sempre acaba apanhando dos meninos por ser travessa. Seu verdadeiro nome é Maria Francisca, nome dado pelo seu pai por causa das pintas no rosto que herdou da bisavó, Dona Neves. Chiquinha é uma feminista convicta, e adora pregar peças e se dar bem às custas dos amigos Chaves e Quico, que sempre caem nas armações da garota.
Apesar das armações, Chiquinha tem um bom coração e ama a todos.
É secretamente apaixonada por Chaves, o que a faz sentir ciúmes de Paty, uma colega de colégio pela qual Chaves e Quico são apaixonados.

Seu penteado é composto de duas marias-chiquinhas desalinhadas e uma pequena franja, e ela usa óculos. Suas vestimentas foram as que mais mudaram durante o seriado; durante a temporada de 1972 seu vestido era branco e um bolso com bolinha pretas, em seguida, durante o auge da série, o vestido tornou-se beje com um tom de creme e listras suaves, já na temporada de 1976 o vestido se tornou verde, muitas vezes auxiliado por um casaco verde, posteriormente o casaco se tornou vermelho, depois, durante as desavenças no elenco, vieram a gola e bolso com bolinha pretas que mais tarde, durante o Programa Chespirito (Clube do Chaves, no Brasil) se tornam amarelos.
O nome de Chiquinha foi dado porque a menina tinha sardas muito parecidas com os grãos de açúcar encontrados num tipo de pão que tem o mesmo nome.
Chilindrina, que é o nome da personagem no seriado original, é também o nome de um pão doce salpicado de açúcar, vendido no México.

Bordões

"Sim! Pois é, pois é, pois é!"
"Ué, ué, ué, ué, ué!!!" (choro)
"Eu vou contar tudo pro meu pai que você me..." (depois que alguém bate nela ou não faz o que ela quer, quase sempre ela inventa mentiras)
"Ai, Chaves, o que você não tem de burro, você tem de burro!"
"Ai, Chaves você só não é mais burro por falta de vitaminas"
"Eu?" (quando mandam que ela faça algo), a que costumam responder "sim, você!", e ela retruca "Sim, claro, eu!"
"Papaizinho lindo, meu amor!" (normalmente usado quando ela quer pedir dinheiro para comprar guloseimas. Algumas vezes, a expressão papaizinho é alterada para professorzinho, quando ela se dirige ao Professor Girafales, normalmente para conseguir melhores pontuações na escola).
"A filhinha do Madruguinha disse com licencinha."

Relação com os demais personagens

Chaves - Chiquinha é de fato a melhor amiga do Chaves, e os dois estão constantemente brincando e fazendo coisas juntos. É comum ver Chaves na casa da Chiquinha assim como chamando-a quando tem uma idéia brilhante ou sendo chamado pela mesma, inclusive para prestar favores ou livrá-la de uma situação embaraçosa. Também costumam se identificar devido á situação social de ambos ser um tanto ruim, o que faz os dois se juntarem geralmente contra pessoas como Quico(em situações em que este esbanja arrogância e egoismo). Apesar disso, são comuns as disputas entre os dois devido ao fato de Chiquinha ser um tanto feminista. Por ela ser um tanto esperta e astuta, também costuma se aproveitar da ingenuidade de Chaves, o que gera brigas entre eles(geralmente ela joga a culpa nele, assim como faz com qualquer outra pessoa), além dela vez ou outra perder a paciência quando Chaves fala algo muito óbvio ou comete alguma besteira. Apesar das desavenças, Chiquinha é no fundo apaixonada por Chaves(algo que demonstra somente em alguns episódios) e morre de ciúmes ao ver ele com outra garota.

Seu Madruga - Possuem uma boa relação de pai e filha, e Seu madruga tem um certo cuidado para com
Chiquinha, uma vez em que é capaz de defendê-la em qualquer situação e de qualquer pessoa. Mesmo assim, ainda tem de aturar as armações desta(nas quais geralmente acaba sendo apontado como culpado), com as quais acaba se enfurecendo. Sua maneira de punir Chiquinha é geralmente golpeando-a na traseira ou mesmo mandando-a para casa. Mesmo sendo um tanto rígido e bruto para com Chiquinha, Seu Madruga ainda assim costuma presenteá-la com brinquedos e balões("para que não tenha que pedir a certas pessoas"... como diria o próprio Madruga se referindo a meninos como Quico) e mostra que a ama e a protege. De contrapartida, Chiquinha costuma dizer a ele coisas carinhosas como "papaizinho lindo meu amor", estes mesmos dengos são usados quando ela quer conseguir algo em troca(geralmente dinheiro para gastar na venda da esquina), de tal forma que é notável o lado interesseiro que tem para com seu pai e outros adultos, tanto que ela costuma abusar um pouco da boa vontade do pai. Também costuma defendê-lo(apesar de erroneamente, fazendo-o passar vergonha na frente de seus opressores) e principalmente protegê-lo de qualquer aproximação que tenha com alguma mulher(quer ele tenha interesse ou não), dado seu ciúme do pai.

Quico - Sua relação com Quico é quase a mesma que tem com Chaves. Os dois têm uma boa amizade, mas Chiquinha também costuma aprontar com Quico, que vive caindo em suas armações e ameaças. De contrapartida, Quico costuma defender-se puxando o cabelo dela ou mesmo batendo nela(como faz em alguns episódios, sobrando ao Seu Madruga defender a filha). Por serem muito comuns as desavenças entre Seu Madruga e Dona Florinda, Quico costuma defender sua mãe e Chiquinha obviamente defende seu pai, nestas situações, a disputa entre os dois é mais acirrada, e Chiquinha é capaz de tudo para defender o pai contra Quico ou Dona Florinda. Também são comuns as disputas devido a Chiquinha ser uma feminista convicta, e Chiquinha costuma zombar ou se mostrar decepcionada com as tolices cometidas por Quico, assim como faz para com Chaves. Mesmo assim, os dois volta e meia se mostram amigos e estão brincando juntos, inclusive com Chaves. Em alguns episódios, também já tramaram contra Chaves(ás vezes para ensiná-lo uma importante lição), como no episódio em que acham que ele está louco e querem dar um banho nele afim de curá-lo.

Dona Florinda - Chiquinha e Dona Florinda têm uma relação de antipatia e inimizade. Obviamente, por Chiquinha ser filha de Seu Madruga, de quem Dona Florinda parece ter repulsa.

Curiosidade

A atriz Maria Antonieta de Las Nieves também interpreta a bisavó de Chiquinha, Dona Neves, cujo nome foi escolhido devido ao sobrenome original da atriz (Nieves, traduzido em português como Neves).
Em alguns dos primeiros episódios dublados, Chaves a chama como Francisquinha, diminutivo de seu verdadeiro nome.

Disputa judicial

Em 2002, Maria Antonieta e Roberto Bolaños entraram em uma disputa judicial pelos direitos da personagem. Maria Antonieta declara que a criação da personagem desde a caracterização, personalidade e falas foram criadas por ela, cabendo a Chespirito apenas dar o nome. Bolaños, por sua vez, afirma ser o detentor de todos os direitos e que ela não poderia utilizar o nome original (Chilindrina).

Devido à disputa, Chiquinha não aparece no desenho animado do Chaves. Entretanto, no site oficial de Chiquinha[1], Maria Antonieta afirma que teria prazer em ceder seu personagem, mas foram os produtores da série (talvez se refira diretamente a Chespirito), os responsáveis pela ausência de Chiquinha na série animada, e que foi posta como a vilã da história devido a boatos sobre ela própria não ter dado permissão para o uso de sua personagem.

Dublagem

No Brasil, a Chiquinha foi dublada por Sandra Mara Azevedo (nos primeiros anos que ocorreram as dublagens, tanto os episódios mais antigos quanto os mais recentes, incluindo quase todos da Dona Neves, exceto o da máquina de lavar roupa) e Cecília Lemes (segunda voz). Para os fãs mais antigos, Sandra Mara foi a melhor e mais marcante voz da personagem.

.Terrinha.:
Seu madruga é uns dos maiores personagens da historia...

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Chapolin colorado



El Chapulín Colorado (intitulado Chapolin no Brasil) é uma série de televisão mexicana do gênero comédia. Foi criado e interpretado pelo ator e escritor Roberto Gómez Bolaños e foi originalmente exibida entre 1º de setembro de 1970 e 14 de outubro de 1979.
El Chapulín Colorado alcançou grandes índices de popularidade em toda a América Hispânica, bem como no Brasil, Estados Unidos, entre muitos outros países.
Em 2010, o programa completou 40 anos ininterruptos de exibição na televisão mundial.

Histórico

El Chapulín Colorado foi exibido na televisão mexicana pela primeira vez em 1970, na TV TIM (Televisión Independiente de México), como um quadro do programa Los Supergenios de la Mesa Cuadrada.
Deste programa, além de Bolaños, também participavam os atores Rubén Aguirre, María Antonieta de las Nieves e Ramón Valdés.
A partir de 1973, o Chapolin passou a ter um programa próprio (uma sitcom), já pela Televisa, que perdurou até 1979. De 1980 a 1992, a série fez parte do Programa Chespirito, que possuia vários quadros.

Nome verdadeiro, sua origem e seus pais

Em um quadro do Programa Chespirito, Chapolin explica a origem de seu nome. Seu pai chamava-se "Pantaleon Colorado y Roto" (Calça Vermelha e Curta) e sua mãe "Luisa Lane" (piada ao nome Lois Lane de Superman). Seu padrinho estudava e colecionava insetos. Então escreveu o nome de 4 insetos em pedaços de papeis e os colocou dentro de um chapéu, pediu que alguém sorteasse e assim saiu o nome "Chapulin" (Gafanhoto) para o batismo. Os outros três insetos eram Libélula, Escarabajo (Escaravelho) e Gorgojo (Caruncho). Portanto, literalmente, o nome "Chapulin Colorado" quer dizer, em português, "Gafanhoto Colorido" ou "Gafanhoto Vermelho", sendo seu nome completo "Chapulín Colorado Lane".

O nome "chapulín", (possivelmente de origem idiomática Nahuatl ou Asteca), é oriundo de uma espécie de gafanhoto, pertencente ao género Sphenarium, bastante popular no México, sendo utilizada como iguaria.

Exibição no Brasil

Em 1984, Sílvio Santos, proprietário da emissora brasileira SBT, comprou alguns episódios das duas séries (El Chavo del Ocho e El Chapulín Colorado), juntamente com algumas novelas da emissora mexicana Televisa, e começou a exibi-las ao meio-dia, no programa do Bozo. Foi um sucesso, e logo Chapolin ganhou espaço próprio na programação exibido diariamente em dois horários, precedendo ao programa Chaves.

Na época, somente 26 episódios estrearam.

Depois o SBT comprou um novo lote em 1988, dos quais só 2 episódios (que estrearam em 2006), são

conhecidos.

Em 1990, o SBT comprou um novo lote, época em que Chapolin se torna programação de horário nobre da

emissora. Na época 76 episódios foram apresentados e mais inéditos estrearam em 2005-2007. Neste lote,

esquetes que acompanhavam os episódios foram canceladas e para isso, juntavam episódios menores para

preencher a programação ("A vingança" que era acompanhada de "O Vampiro", no lugar da esquete do "Dr

Chapatin", por exemplo), e os clipes em espanhol também foram cortados.

Em 1991, dividiu revistas em quadrinhos com o Chaves pela Editora Globo. Seu nome era grafado como
Chapolim[2].

Também em 1991, estrelou um jogo de video game para a plataforma Master System. A Tec Toy, empresa que detêm a licença da Sega no país, adaptou o jogo Ghost House trocando o personagem principal pelo Chapolin Colorado[3].

Em 1992, foi comprado um novo lote, que a maioria dos episódios estrearam em 2006.

Em 1998, estréia misteriosamente a segunda parte do episódio Romieta e Julieu, o primeiro do lote de 1992 que
estreou no Brasil.

Em 1999, estreou o episódio de 2 partes do Programa Chespirito: Aventuras em Marte, vindo para o Brasil nesse último lote de 1992, onde o herói ajuda alguns astronautas a chegarem ao planeta Marte.

O seriado deixou de ir ao ar regularmente em 14 de agosto de 2000, devido à exibição do Horário político, após um período recorde para programas do gênero, de 18 anos de exibição praticamente ininterrupta (superado apenas pelo seu co-irmão Chaves, com 18 anos também), embora o SBT tenha voltado a exibir episódios esporadicamente em vários momentos desde então. O seriado voltou a ser exibido pela emissora de segunda-feira a sábado sempre na hora do almoço em 31 de dezembro de 2001, voltando a ser extinto em 26 de setembro de 2003.

Retornou à grade de programação aos sábados a partir de 12 de novembro de 2005, quando foram exibidos vários episódios e esquetes inéditos e alguns considerados perdidos, que apareceram após uma remasterização (porém também 9 episódios deixaram de ser exibidos nessa leva remasterizada, que estão perdidos até os dias atuais, desde 2003); outra novidade foram a estréia das esquetes do Dr Chapatin e a liberação dos clipes em espanhol; e por baixa audiência devida à pouca divulgação da emissora, saiu do ar em 17 de março de 2007 dando espaço para a seriado norte-americano Eu, a Patroa e as Crianças. No entanto, retornou no dia 30 de julho de 2008 de segunda a sexta-feira, e sua exibição conseguiu derrotar o Jornal Hoje (exibido no mesmo horário), sendo que ficou com 12 pontos contra 11 do noticiário, de acordo com o IBOPE. Porém, foi retirado novamente da programação em 2 de maio de 2009.

A partir do dia 1º de novembro de 2010, começou a ser exibido às 20h30 no canal estadunidense pago Cartoon Network, com a dublagem original. Dois inéditos foram exibidos: "A Herança" (1977) e "O retrato do General Valdéz" (1976). A partir do dia 8 de Janeiro de 2011, começou a ser exibido aos sábados pelo canal mexicano pago TLN Network, com dublagem Maga. Várias aberturas dubladas foram exibidas, e um perdido: "Chapolin vemos, cérebros não sabemos".

Em 3 de Janeiro de 2011, o SBT colocou a série novamente em sua programação, às 12h45 (somente para São
Paulo e Antenas Parabólicas), juntamente com as novidades de férias da emissora. Ficou diversas vezes em primeiro lugar no IBOPE. Atualmente é exibida de segunda à sexta, as 13h15, sempre ficando na vice liderança, e algumas vezes ainda, batendo o primeiro lugar.

Descrição

Os episódios da série enfocavam as aventuras diárias do Chapolin Colorado, um super-herói latino criado ao oposto da imagem dos super-heróis "enlatados" americanos: fraco, feio, medroso, pobre, burro, desajeitado, covarde, tonto, mulherengo, mas que no final sempre superava seus medos para assim vencer seus inimigos. Ao sinal de perigo, os personagens secundários repetiam o bordão "Oh, e agora, quem poderá me defender?", ao que Chapolin entrava em cena por meio de algum tipo de materialização repentina (frequentemente tropeçando ou fazendo alguma idiotice ao entrar em cena) respondendo "Eu!". Ele tambem mencionou no episodio "Treinamento para Super-Heróis" que ele precisa usar óculos, mas ele tambem afirma que uma regra do sindicato dos super-heróis proibe o uso destes em "serviço" (ele até mencionou que o Superman tira os óculos antes de fazer seus heroismo por causa desta regra, não para manter a ententidade secreta). Esta ultima arfimação tambem explicaria, em parte, o porquê o Chapolin é tão desastrado e por vezes não nota coisas óbvias, mesmo quando elas estão na sua frente.
O personagem vestia-se com uma roupa vermelha dos pés à cabeça, com algo parecido com asas de pano nas costas, antenas na cabeça, as chamadas "Anteninhas de Vinil", calçados amarelos e um escudo dourado no peito em forma de coração com as iniciais CH em vermelho - é dada uma ênfase especial às Anteninhas, que se conectam diretamente a todas as terminações nervosas do corpo do herói e assim tinham com ele uma interação direta e funcionalidade total: detectam presenças de criminosos e outros seres malignos (na esmagadora maioria dos episódios); decodificam e traduzem idiomas e códigos secretos diversos ("O Bebê Jupiteriano", no qual traduziu uma mensagem enviada diretamente do planeta Júpiter); captam leituras de materiais tóxicos ou perigosos ("O Vazamento de Gás", onde captou leituras de vazamento de gás inflamável); recebem pedidos de socorro (praticamente todos os episódios); ativam recursos bio-eletrônicos especiais presentes no corpo do herói ("O Pistoleiro da Marreta Biônica", no qual ativou suas Anteninhas de Alta Velocidade para confrontar a supervelocidade de um inimigo) e assim por diante.
Ele ainda fazia uso de armas, como a Marreta Biônica, um martelo nas cores vermelho e amarelo, que não só pulverizava seus inimigos como voltava fielmente às mãos, tal como um bumerangue ou o martelo Mjolnir de Thor; a Corneta/Pistola Paralisadora, buzina de bicicleta que com um toque paralisa inimigos e objetos congelando sua movimentação até mesmo em pleno ar e com dois toques desfaz a paralisia; e as Pastilhas Encolhedoras (também Pílulas de Polegarina ou Pastilhas de Nanicolina), com as quais o Chapolin diminuía a um tamanho de aproximadamente 20 centímetros de altura para assim pegar inimigos desprevenidos ou acessar locais de pequena estatura.
Bolaños criou este personagem como uma completa oposição aos tradicionais super-heróis "enlatados" americanos para fins de transmissão de uma mensagem importante: a verdadeira coragem não consiste em não ter medo de nada, mas em vencer seus medos. Em adição a isso, Bolaños também criou o personagem Super Sam, como uma forma bem-humorada de criticar e satirizar a imagem "perfeita" dos tradicionais super-heróis americanos.

Bordões

Chapolin
"Eu!" (geralmente logo após o "Oh! E agora, quem poderá me defender?")
"Não contavam com minha astúcia!" (em sua introdução em cena, ele completa com "Sigam-me os bons!")
"Eu acho…", e quando ele vai expor sua opinião. Ele nunca consegue completar a frase, na maioria das vezes é interrompido ou se atrapalha.
"Sim, eu vou…" ou "Eu faço…", ele se usa disso para esquivar-se de fazer algo perigoso.
"Já diz o velho e conhecido ditado/refrão…", e assim ele cita algum provérbio popular de forma totalmente errada, geralmente misturando dois ou mais ditados e após se enrolar ele completa dizendo tortamente "Bom, a ideia é essa!" ou "É por aí, assim!".
"Suspeitei desde o princípio.", quando faz algo errado e se envergonha de admitir o erro, ou simplesmente quando alguém lhe indica um detalhe óbvio que ele não tenha percebido.
"Sigam-me os bons!" (também logo após o "Não contavam com minha astúcia!" ao entrar em cena), ele utiliza esta frase quando se põe a fazer alguma coisa, geralmente culminando logo após com outro acidente ou trapalhada do Chapolin.
"Se aproveitam da minha nobreza!", quando alguém faz pouco dele ou ele se vê forçado a fazer algo contra sua vontade.
Se ele faz alguma besteira e lhe perguntam se está ferido ele responde cinicamente "Claro que não. Fiz isso intencionalmente para…", inventa alguma desculpa e completa com "Todos os meus movimentos são friamente calculados". Após algum tipo de dor ou golpe recebido, porém, a frase pode se tornar "Todos os meus calculentos são friamente movimentados".
"Palma, palma, não priemos cânico!", uma corruptela de "Calma, calma, não criemos pânico!".
"Silêncio! Silêncio! Minhas Anteninhas de Vinil estão detectando a presença do inimigo! Vou fulminá-lo a golpes com a minha marreta!"
Quando ouve alguma palavra longa ou difícil, Chapolin diz metade da palavra acompanhada de "…o quê?", ao que seu (sua) interlocutor(a) completa a palavra e o herói responde "Nossa!", "Credo!" ou "Puxa!" ("¡Chanfle!", no original - uma interjeição inventada por Chespirito, que, praticamente, todos os seus personagens utilizam, mesmo os secundários ou que aparecem em apenas um episódio).
Quando pensa estar em vantagem contra um inimigo e este se aproxima por trás dele, cutucando-lhe o ombro, ele repete a cada cutucada "(es)pera(í) (um poquinho)...", até finalmente se virar dizendo que o inimigo deveria esperar em uma frase que corta pela metade quando percebe quem o cutucava.
"Era exatamente (isso) o que eu ia dizer!", quando alguém tem uma ideia melhor que a dele ou quando ele simplesmente não pensaria nada muito útil.
"Muito ajuda quem não atrapalha!" (geralmente logo após se enganar ou cometer um erro por alguém tê-lo distraído)
Em certas situações, ao se recuperar de algum golpe forte (geralmente na cabeça), Chapolin diz um a um todos os seus bordões ordenadamente em voz rápida.

Personagens secundários em perigo
"Oh! E agora, quem poderá me ajudar/defender?" (quando algum personagem está em perigo, normalmente Chapolin aparece logo em seguida)
"O Chapolin Colorado!" (quando Chapolin aparece)
"Ainda bem!" (quando Chapolin diz que todos os seus movimentos são friamente calculados)

Super Sam
"Time is money! Oh, yeah!"
"Na minha opinião..."
"Por favor, por favor..."

Elenco

Ao longo dos anos, o elenco atuante no seriado pouco mudou, assim como o elenco de atores de dublagem, responsável pela forma como os personagens ficaram conhecidos em língua portuguesa. Eis os atores, seus respectivos dubladores e seus personagens mais importantes no seriado Chapolin:

Roberto Gómez Bolaños ((Marcelo Gastaldi), Sérgio Moreno, Cassiano Ricardo e Tatá Guarnieri): Chapolin e Doutor Chapatin.

Carlos Villagrán Eslava (Nelson Machado): Carlos (sempre acompanhado de sua esposa, interpretada por Florinda Meza), Quase Nada, Tonhão, Tchory, Fura Tripa, Louco, Seu Trocadeiro (Homem Nuclear) e Chinesinho.
Ramón Valdés (Carlos Seidl) Tripa Seca, Racha Cuca, Pirata Alma Negra, Super Sam, Pistoleiro Veloz, Mão Negra, Rasga Bucho e Conde Terra-Nova. Além de ser também o pai, tio ou avô de uma personagem de Florinda Meza e, algumas vezes, fazer o papel de guarda ou de policial.
Florinda Meza García (Marta Volpiani): Rosa (a rumorosa), Camponesa-Simples-de-Nobre-Coração-que-Vai-Todos-os-Dias-ao-Bosque-Recolher-Lenha, Margarida, Clarissa e Maria Bonita. Também costuma interpretar a filha (ou sobrinha, irmã mais nova, esposa) do personagem de Ramón Valdéz da mesma história, e esposa (ou namorada) do personagem de Carlos Villagrán ou Rubén Aguirre.
Rubén Aguirre Fuentes (Osmiro Campos, Potiguara Lopes e Sidney Lilla): Johnny, Poucas Trancas, Porca Solta, Nenê, Matadouro, Simbato Amasaki (Sim bato Amassa aqui).
Edgar Vivar (Mário Vilela, Ivo Roberto Guarnieri, César Leitão e Gilberto Baroli): Almôndega, Botina, Detetive Cannon e Xerife.
Angelines Fernández (Helena Samara): Louca dos Dinossauros
María Antonieta de las Nieves (Cecília Lemes de Bortoli e Sandra Mara Azevedo): Bruxa Baratuxa, Rainha Má, Menino (do episódio do roubo dos brinquedos), moça atacada pelo vampiro, noiva do Conde Terra-Nova e Rainha de Sabá.
Horacio Gómez Bolaños (Sílton Cardoso, Élcio Sodré, Mário Lucio de Freitas e Alexandre Marconato): Pepe, Mister, dono do bar, detetive de hotel.
Raúl Padilla (Older Cazarré, Eleu Salvador, Gustavo Berriel e Jorge Alex): Pedreiro e Pepe.

Curiosidades

O Batman é um homem-morcego; Spider Man é um homem-aranha; e o Chapolin é um homem-gafanhoto. O herói aproveitou seu nome para se vestir como um gafanhoto de cor vermelha, muito popular no México, um país onde, em determinadas partes, comem-se os gafanhotos assados, que ficam sempre rubros. Daí o nome "El Chapulín Colorado", que traduzido literalmente seria "o gafanhoto vermelho".
Em alguns episódios, na dublagem brasileira, especialmente na dublagem de 1984, Chapolin também é chamado de Polegar Vermelho ou Vermelinho (apelido dado geralmente pelos personagens que Ramón Valdés interpretava).
Nos episódios de 1972 e do início de 73, o elenco principal é formado por Chespirito, Ramón Valdez, Maria Antonieta de las Nieves e Rubén Aguirre, e com Carlos Villagrán e Edgar Vivar fazendo papéis secundários. Na metade de 73, Ma. Antonieta se afasta da série e Florinda Meza ocupa os cargos de personagem feminina. Nessa época, Carlos e Edgar ganham mais importância e ocupam o lugar de Rúben, ficando assim o elenco formado por Chespirito, Ramón Valdez, Carlos Villagrán, Florinda Meza e Edgar Vivar aparecendo quase sempre, e Horácio Gómez em papéis secundários.
Em 1975, a situação mudou, Rúben Aguirre passa a ocupar o espaço de Edgar Vivar e em vários remakes de episódios de 1973 e 1974, aparece Ruben atuando no lugar de Edgar. Ma. Antonieta tem suas raras aparições sendo mais atuante em 1977 e em 1978.
No ano de 1979, com a saída de Ramón Valdez e de Carlos Villagrán, os atores principais são Chespirito, Florinda Meza, Rúben Aguirre e Edgar Vivar, com as aparições esporádicas de Horácio Gómez e de Raul Chato Padilla.
A saga "O Show Deve Continuar" de 1978, onde são feitas geniais paródias de inúmeros sucessos da sétima arte é uma das mais aplaudidas pelos fãs, por cineastas e pelos espertos em sitcoms e assuntos televisivos em geral. Os atores Edgar Vivar e Roberto Bolaños receberam um prêmio em Nova York pela magnífica performance como O Gordo e o Magro nos episódios 1 e 2 da saga.
No ano de 1978, se observam também várias paródias famosas como a "Branca de Neve" adaptada para "Branca de Neve e os sete Churi, Churi Fun Flains", "Don Juan Tenório" e "Cyrano de Bergerac".
A dublagem original da série foi preservada em excelente qualidade, porém existem os problemas de direitos autorais que impediram a utilização da mesma no lançamento de DVDs, provocando então uma redublagem. Em razão disso, a Televisa comprou os direitos da dublagem original, podendo, a partir de então, utilizá-la quando quiser, como é o caso do canal Cartoon Network.
Carlos Villagrán e Florinda Meza tiveram "personagens gêmeos". Em um episódio que Chapolin está no teatro, ele estranha ao ver duas pessoas iguais.
No episódio ¿Duende está el dónde? Eh, perdón, ¿dónde está el duende? (remake do episódio "Os Duendes") de 1979, pode se ver pendurado na parede do quarto do menino um exemplar da famosa série dos Quadros das Crianças Chorando de Giovanni Bragolin.

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